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The Sector

Oil, Gás, Mineração & Energia
Terça-feira, 7 de abril de 2026 Ed. #022 — Edição completa | Oil, Gás, Mineração & Energia
⚠️ Ormuz seguiu restringindo fluxos de óleo e LNG em 06/Abr, mantendo Brent acima de US$ 110 e elevando o prêmio geopolítico no mercado de energia.

📊 Cotações — Referência 7 Abr/2026

Brent US$ 110,74 ▲ +0,88%
WTI US$ 116,53 ▲ +3,67%
PETR4 R$ 49,25 ▲ +0,63%
USD/BRL R$ 5,1590 ▲ +0,02%
Ibovespa 186.685 pts ▼ -0,78%
VALE3 R$ 83,01 ▼ -0,10%
Minério Fe 62% US$ 107,97 ▲ +0,48%
Henry Hub US$ 2,86 ▲ +1,81%

📋 Resumo Executivo — 7 Abr/2026

🛢 Petrobras conclui liquidação financeira da redeterminação de Tupi

Petrobras conclui liquidação financeira da redeterminação de Tupi

A Petrobras informou em 02/Abr que concluiu a liquidação financeira referente à primeira redeterminação da jazida compartilhada de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos. A companhia recebeu aproximadamente R$ 3 bilhões das demais empresas privadas e pagou cerca de R$ 600 milhões à União, representada pela PPSA.

Segundo a Petrobras, a redeterminação decorre da aprovação do quarto termo aditivo ao Acordo de Individualização da Produção, que elevou a participação da estatal na jazida de 67,216% para 67,457%, com efeito a partir de 1º de dezembro de 2025. Os valores foram efetivamente liquidados em 31/03/2026 e já estavam reconhecidos nas demonstrações financeiras do 4T25. A companhia detalhou que a compensação financeira abrange gastos incorridos e receitas relativas aos volumes produzidos até a data de efetividade do aditivo, nos termos do Acordo de Equalização de Gastos e Volumes vigente. A estrutura de Tupi envolve o contrato de concessão BM-S-11, operado pela Petrobras com 65%, em parceria com Shell, com 25%, e Petrogal, com 10%. A Petrobras acrescentou que a jazida compartilhada também compreende o bloco Sul de Tupi, no contrato de cessão onerosa, no qual detém 100%, além da área não contratada pertencente à União e representada pela PPSA. A companhia esclareceu ainda que o AIP de Tupi não abrange a jazida de Iracema, cujas participações permanecem inalteradas.

Fonte: Petrobras RI | 02/04/2026

⛏ Governo anuncia cerca de R$ 45 milhões para reforçar fiscalização mineral e combate a ilícitos

Governo anuncia cerca de R$ 45 milhões para reforçar fiscalização mineral e combate a ilícitos

O governo federal anunciou em 06/Fev a destinação de cerca de R$ 45 milhões para reforçar ações de fiscalização, prevenção e repressão a ilícitos minerários no país. A medida foi comunicada pela Secretaria de Comunicação Social e reforça a agenda regulatória e operacional da ANM.

Segundo a Secom, os recursos do Novo Acordo de Mariana serão usados para estruturar ações permanentes de regulação, monitoramento e prevenção em escala nacional no âmbito da ANM, além de ampliar o apoio operacional da Polícia Federal em Minas Gerais. O anúncio foi feito pelo Ministério de Minas e Energia. A Secom informou que o objetivo é fortalecer a atuação nacional da ANM e a responsabilização penal em ilícitos ligados à mineração. O pacote foi apresentado como parte do esforço para enfrentar garimpo ilegal, melhorar a fiscalização e dar mais capacidade operacional ao regulador. Em 04/02/2026, a própria ANM publicou entrevista em que sua superintendente de Política Regulatória afirmou que minerais críticos e transição energética passaram a integrar a agenda de consolidação regulatória da agência. O material destaca governança, boas práticas internacionais e alinhamento entre desenvolvimento mineral e interesse público.

Fonte: Agência Nacional de Mineração · ANM | 06/02/2026

⚡ Solar distribuída supera 4,08 milhões de sistemas no Brasil e mercado isolado ganha espaço

Solar distribuída supera 4,08 milhões de sistemas no Brasil e mercado isolado ganha espaço

A ABSOLAR informou em sua base institucional, com dados atualizados em 12/03/2026, que o Brasil atingiu 66,6 GW de capacidade instalada solar, com 4.084.326 sistemas de geração distribuída e 21.145 usinas de geração centralizada. Em paralelo, a entidade reportou em 31/03/2026 avanço dos sistemas fotovoltaicos isolados, sobretudo em aplicações rurais.

No retrato divulgado pela associação, a energia solar acumulava R$ 296 bilhões em novos investimentos, R$ 92,8 bilhões em arrecadação e 2 milhões de empregos associados à cadeia. O dado consolida a fonte como um dos vetores de expansão mais rápidos da matriz elétrica brasileira. Na cobertura reproduzida pela ABSOLAR em 31/03/2026, a entidade destacou que os sistemas off-grid seguem crescendo mesmo com lacunas regulatórias, impulsionados pela ausência ou limitação da rede elétrica, com destaque para aplicações rurais e para o avanço de modelos híbridos e zero-grid. O movimento sinaliza que a expansão da fonte não tem ocorrido apenas no grid-connected tradicional. Além da geração centralizada e da geração distribuída convencional, o mercado solar vem abrindo novas frentes em nichos de atendimento elétrico e resiliência local, com ritmo sustentado por demanda descentralizada.

Fonte: ABSOLAR · ABSOLAR | 12/03/2026

⚡ ABSOLAR coloca baterias no centro da agenda regulatória com fórum em 14 de abril

ABSOLAR coloca baterias no centro da agenda regulatória com fórum em 14 de abril

A ABSOLAR marcou para 14/Abr, em São Paulo, a primeira edição do Storage Leaders, evento dedicado a projetos de baterias com foco em viabilidade, regulação e novo mercado de capacidade. A entidade anunciou uma segunda edição temática para 30/Set, voltada ao pré-LRCAP de baterias.

Segundo a página oficial do evento, a programação de 14/04/2026 abordará panorama do BESS no Brasil, grandes projetos em operação, financiamento, tecnologias e integração com solar. A associação definiu a pauta como central para 2026, diante da discussão sobre contratação de capacidade e novos modelos de investimento em armazenamento. A segunda edição do fórum, marcada para 30/09/2026, terá foco específico em preparação regulatória e comercial para o leilão de reserva de capacidade com baterias. A agenda reflete a migração do tema de armazenamento de uma discussão tecnológica para um debate de desenho de mercado e financiamento. O avanço da pauta ocorre após o setor ter concentrado esforços em revisar regras de custeio e contratação no início do ano. No calendário da ABSOLAR, o BESS aparece como uma das agendas prioritárias do setor elétrico brasileiro em 2026, conectando solar, flexibilidade sistêmica e capacidade firme.

Fonte: ABSOLAR · ABSOLAR | 06/04/2026

🔥 Goldman vê mercado europeu de gás subprecificando risco de LNG em Ormuz

Goldman vê mercado europeu de gás subprecificando risco de LNG em Ormuz

O mercado europeu de gás pode estar subprecificando o risco de disrupções prolongadas de LNG no Estreito de Ormuz, segundo nota do Goldman Sachs reportada pela Reuters em 06/Abr. O banco estimou que cerca de 19% da oferta global de LNG, equivalente a 80 mtpa, segue interrompida.

Segundo a Reuters, o Goldman afirmou que o prêmio de risco observado até agora no gás europeu tem sido limitado porque as importações de LNG do noroeste da Europa permaneceram resilientes e a maior parte do choque negativo foi absorvida pela Ásia, especialmente pela China. O banco citou que as importações de março para o noroeste europeu superaram em 33 milhões de m³ por dia sua projeção. A mesma nota apontou que a perda diária de fluxos de LNG por Ormuz ainda se aproxima de 300 milhões de m³ por dia, muito acima da queda de 68 milhões de m³ por dia observada nas importações chinesas. Para o banco, se a disrupção se mantiver além de abril em escala semelhante, o mercado europeu terá de exigir destruição de demanda adicional. Nesse cenário, o Goldman projetou, segundo a Reuters, que o TTF poderia testar uma faixa de 75 a 100 euros por MWh. A avaliação saiu no momento em que o Henry Hub continuava perto de US$ 2,80 nos EUA, refletindo um mercado doméstico mais protegido pela limitação de capacidade adicional de liquefação e exportação.

Fonte: Reuters · Reuters | 06/04/2026

⛏ Minério de ferro recua em Singapura com demanda chinesa mais fraca

Minério de ferro recua em Singapura com demanda chinesa mais fraca

Os futuros do minério de ferro recuaram em 03/Abr, pressionados por margens mais estreitas das siderúrgicas chinesas e pela desaceleração da demanda após a reposição pré-feriado de Qingming. O contrato de maio em Singapura caiu para US$ 105,55 por tonelada e chegou a tocar US$ 104,50 intradia, segundo a Reuters.

A Reuters informou que o contrato mais negociado de minério de ferro na Dalian Commodity Exchange caiu 1,29%, para 805 yuans por tonelada, enquanto o contrato de Singapura perdia 0,71% às 07h03 GMT. O movimento ocorreu em meio à aversão mais ampla a commodities, alimentada por incertezas sobre o conflito no Oriente Médio e por preços mais altos de energia. Segundo a agência, analistas apontaram que siderúrgicas domésticas haviam concluído a reposição de matérias-primas para o feriado de 4 a 6 de abril, o que reduziu a liquidez no mercado spot e pesou sobre as cotações. Um trader em Singapura também citou rebalanceamento de capital no começo do mês como fator adicional de venda no minério. Para o mercado brasileiro, a correção no benchmark adiciona pressão ao complexo de minério e aço com forte peso de Vale e siderúrgicas no Ibovespa. Na sessão de referência do usuário, VALE3 encerrou a R$ 83,01, com variação de -0,10%, enquanto o minério Fe 62% ficou em US$ 107,97, alta de 0,48%.

Fonte: Reuters | 03/04/2026

⛏ EUA avançam em acordo com Goiás e ampliam articulação com Brasil por minerais críticos

EUA avançam em acordo com Goiás e ampliam articulação com Brasil por minerais críticos

Os Estados Unidos avançaram em março na agenda de suprimento de minerais críticos com o Brasil, assinando um memorando com o governo de Goiás e mantendo conversas para um acordo em nível federal. A informação foi publicada pela Reuters em 18/03/2026.

Segundo a Reuters, o encarregado de negócios dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar, afirmou que Washington tem uma proposta de acordo federal em discussão com Brasília, apesar das tensões diplomáticas bilaterais. A fala ocorreu após a assinatura do entendimento com Goiás e antes de um evento patrocinado pela embaixada norte-americana em São Paulo. A mesma reportagem informou que participaram do encontro investidores e empresas interessadas na produção de minerais críticos, com presença esperada de Citi e Anglo American. Os EUA vêm buscando acesso a reservas de terras raras e outros minerais estratégicos em cadeias hoje dominadas por agentes chineses. A movimentação reforça a disputa por ativos brasileiros ligados à transição energética e à indústria de defesa. Em outra reportagem da Reuters, também de 18/03/2026, a embaixada dos EUA patrocinou um evento com investidores e empresas brasileiras de minerais críticos, em meio ao esforço de consolidar cadeias no hemisfério ocidental.

Fonte: Reuters · Reuters | 18/03/2026

🛢 Brent e WTI seguem sob prêmio geopolítico com Ormuz restrito e OPEC+ elevando cota nominal de maio

Brent e WTI seguem sob prêmio geopolítico com Ormuz restrito e OPEC+ elevando cota nominal de maio

Os preços do petróleo permaneceram sob forte influência geopolítica em 06/Abr, com o Brent negociado a US$ 110,74 por barril e o WTI a US$ 112,25 no início da sessão, enquanto o fechamento do Estreito de Ormuz continuou limitando exportações do Oriente Médio. No mesmo pano de fundo, a OPEC+ manteve o plano de elevar as cotas de maio em 206 mil barris por dia, segundo a Reuters.

A Reuters informou em 06/04/2026 que refinadores passaram a buscar alternativas de suprimento para cargas físicas nos EUA e no Mar do Norte diante das interrupções logísticas no Oriente Médio. Na atualização das 00h57 GMT citada pela agência, o Brent subia US$ 1,71, ou 1,6%, para US$ 110,74 por barril, enquanto o WTI avançava US$ 0,71, ou 0,6%, para US$ 112,25. Em outra atualização de 06/04/2026, a Reuters reportou que os contratos oscilaram com uma proposta de cessar-fogo entre EUA e Irã: o Brent recuava 64 centavos, para US$ 108,39, e o WTI caía US$ 1,33, para US$ 110,21, às 11h09 GMT. A mesma reportagem registrou que o fechamento de Ormuz continuava a afetar exportações do Oriente Médio e que a Rússia também enfrentava disrupções de oferta. Na reunião de 05/04/2026, reportada pela Reuters, a OPEC+ decidiu elevar as cotas de maio em 206 mil bpd. A agência destacou, porém, que o aumento tende a ser majoritariamente nominal porque Arábia Saudita, Emirados, Kuwait e Iraque, os membros com maior capacidade adicional, continuam limitados pela interrupção do tráfego e dos embarques na região do Golfo.

Fonte: Reuters · Reuters · Reuters | 06/04/2026

🔥 Biometano avança em uso industrial e em testes de mistura na rede no Sul

Biometano avança em uso industrial e em testes de mistura na rede no Sul

Duas frentes do mercado brasileiro de gás renovável ganharam tração em março: a Braskem passou a substituir parcialmente gás natural por biometano em Triunfo, no Rio Grande do Sul, e um estudo técnico da PUCRS com a Sulgás validou a viabilidade da injeção de biometano na rede local. As informações foram publicadas pela ABEGÁS em 06/03/2026.

No caso da Braskem, a ABEGÁS informou que a petroquímica começou a usar biometano como substituto parcial do gás natural na planta Q2 do Polo Petroquímico de Triunfo. O combustível renovável é distribuído pela Ultragaz a partir do aterro de Minas do Leão, com capacidade de até 46 mil m³ por dia. Também em 06/03/2026, a ABEGÁS reportou estudo conduzido pelo Instituto do Petróleo e dos Recursos Naturais da PUCRS em parceria com a Sulgás. O trabalho concluiu que a mistura de biometano ao gás natural distribuído no Rio Grande do Sul é homogênea e poderia ser entregue pela rede, em linha com práticas já adotadas em mercados como Reino Unido, Alemanha e França. Os dois movimentos acrescentam dados operacionais à abertura regulatória do mercado de gás renovável no Brasil. No nível comercial, a Naturgy já havia lançado em 04/03/2026 sua primeira chamada pública para aquisição de biometano no Rio de Janeiro, com prazo até 02/04/2026, segundo a ABEGÁS.

Fonte: ABEGAS · ABEGAS · ABEGAS | 06/03/2026

🛢 Petrobras reduz impacto do reajuste do QAV e mantém instrumentos para amortecer preços domésticos

Petrobras reduz impacto do reajuste do QAV e mantém instrumentos para amortecer preços domésticos

A Petrobras anunciou em 01/Abr um mecanismo para reduzir os efeitos do reajuste do querosene de aviação em abril, limitando o aumento efetivo para distribuidoras que atendem a aviação comercial a 18%, ante 54,8% previstos em contrato. A medida se soma à adesão da companhia, em 13/Mar, à subvenção econômica à comercialização de diesel rodoviário.

De acordo com a Petrobras, a diferença entre o reajuste contratual de 54,8% e o aumento efetivo de 18% poderá ser parcelada em seis vezes, com a primeira parcela a partir de julho de 2026. A estatal informou que o termo de adesão estaria disponível ao mercado até 06/04/2026 e que o mecanismo busca preservar a demanda pelo produto e mitigar efeitos no setor de aviação. Na comunicação de 13/03/2026, a companhia informou que seu conselho aprovou a adesão à subvenção econômica ao diesel rodoviário instituída pela MP 1.340, condicionada à publicação e análise dos instrumentos regulatórios da ANP necessários à operacionalização do preço de referência. A Petrobras afirmou que a adesão não altera sua estratégia comercial e preserva flexibilidade na implementação de preços. A companhia reiterou nos dois comunicados que vem evitando repassar integralmente a volatilidade internacional e cambial ao mercado doméstico. No caso do QAV, a Petrobras também indicou que o parcelamento poderá voltar a ser ofertado em maio e junho, com parâmetros ainda a serem definidos.

Fonte: Petrobras RI · Petrobras RI | 01/04/2026

⚡ CCEE encerra 06/Abr com PLD horário acima de R$ 307/MWh no SE/CO e Sul

CCEE encerra 06/Abr com PLD horário acima de R$ 307/MWh no SE/CO e Sul

O Preço de Liquidação das Diferenças permaneceu elevado nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul em 06/Abr, segundo painel da CCEE. Na hora vigente entre 17h e 17h59, o PLD horário foi de R$ 307,65/MWh no SE/CO e de R$ 307,66/MWh no Sul.

No mesmo recorte, a CCEE informou que Nordeste e Norte registraram PLD horário de R$ 167,92/MWh. As médias diárias do dia 06/04/2026 ficaram em R$ 191,83/MWh no SE/CO, R$ 261,02/MWh no Sul e R$ 81,91/MWh tanto no Nordeste quanto no Norte. O calendário operacional da CCEE para 06/Abr também registrou divulgação de dados prévios de medição acumulados semanalmente de abril e o encerramento do período semanal de envio de informações para o Monitoramento Prudencial, conforme a REN 1.072/23. Esses itens ajudam a moldar liquidez, garantias e gestão de exposição no curto prazo. No segmento de comercialização, a CCEE reiterou que a simulação do Mecanismo de Venda de Excedentes de abril começa em 07/04/2026 e a rodada oficial ocorrerá em 15/04/2026. Para participar como comprador, agentes precisam aportar garantia financeira até 08/04/2026, com fator de conversão de referência de R$ 0,69/MWh.

Fonte: CCEE · CCEE · CCEE | 06/04/2026

📖 Fontes — Validação de Conteúdo

# Matéria Fonte(s) Data
1 Petróleo, Ormuz e OPEC+ Reuters 05-06 Abr 2026
2 Liquidação de Tupi Petrobras RI 02 Abr 2026
3 QAV e subvenção ao diesel Petrobras RI 13 Mar-01 Abr 2026
4 Risco de LNG em Ormuz Reuters 06 Abr 2026
5 Biometano no Sul ABEGAS 04-06 Mar 2026
6 Minério de ferro e demanda chinesa Reuters 03 Abr 2026
7 Minerais críticos Brasil-EUA Reuters 18 Mar 2026
8 Fiscalização mineral e ANM Secom · ANM 04-06 Fev 2026
9 PLD e MVE da CCEE CCEE 01-06 Abr 2026
10 Solar distribuída e off-grid ABSOLAR 12-31 Mar 2026
11 Agenda de baterias ABSOLAR 17 Mar-06 Abr 2026
💡 Análise Estratégica

💬 OPINIÃO DA REDAÇÃO — Análise Estratégica

Esta seção contém opinião editorial e não constitui recomendação de investimento.

**Ormuz recoloca o choque externo no centro da agenda doméstica**: O noticiário de 06/Abr mostrou que o fechamento de Ormuz segue sendo o principal vetor de preço para petróleo e LNG. No Brasil, a resposta apareceu na ponta de combustíveis com instrumentos da Petrobras para amortecer reajustes e preservar a demanda.
**Brasil ganha valor relativo em upstream e minerais críticos**: A liquidação de Tupi reforça a centralidade do pré-sal na geração de caixa da Petrobras, enquanto o acordo EUA-Goiás e as conversas em nível federal ampliam a relevância do país nas cadeias de minerais críticos. Energia fóssil e transição continuam disputando capital sobre bases brasileiras.
**Flexibilidade vira tema comum entre gás, renováveis e baterias**: No gás, o avanço do biometano depende de compatibilidade com rede e consumo industrial; no elétrico, PLD elevado e a agenda do MVE reforçam o valor da comercialização e da flexibilidade; em renováveis, a ABSOLAR colocou o BESS no centro da pauta regulatória de 2026.
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